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Cronicando


Série: Pequenos

A dama, colorida, levando pela mão a melodia por ela composta. A tatuagem com carpas e flores coloridas nas costas, sob a regata branca emociona, pinta a visão. Pela mão, conduzia um pequeno, de cabelos bem pretos que mal alcançava seus joelhos. Coloriu meu dia. Como a tatuagem coloria a dama. Musicou. Como o pequeno deu o tom. Melodia e cor, andando de mãos dadas a minha frente na calçada, em plena quarta feira. Sorte.



Escrito por Bruna Andrade / Leila às 02h35
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Série: Pequenos

A calçada vestia os pés da atriz séria, de pensamentos rápidos demais para serem aqui narrados. Desviou intencionalmente de uma pequena e amarela flor, caída no cimento, enfeitando-o. Após o feito, se arrependeu de não ter esmagado a forma colorida com a sola de seu tênis. O ato assustaria mais a platéia que assistia sua caminhada. Mesmo a platéia inexistindo, consistindo apenas dos próprios olhos da dama. Quem sabe o teatro a convenceria desta força atuada, desta falta de afeto pintada em seu corpo? O que ela mais desejava era acreditar que não tinha alma.



Escrito por Bruna Andrade / Leila às 02h34
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Série: Pequenos

Lembro da inscrição da porta do banheiro daquele restaurante que nem existe mais. 1996... Onde fui parar? Chorei o luto da minha infancia. Só respiro hoje o que antes me parecia tão distante. Respiro a areia da ampulheta. Aquela, que não me lembro do gosto, pois não existe mais. O tempo escorre por debaixo da porta. Preferia a inocencia à certeza academica da morte. Não tem volta.



Escrito por Bruna Andrade / Leila às 02h33
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